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domingo, 28 de dezembro de 2014

Desejamos aos leitores, irmãos e amigos, Feliz 2015!!!!


Samuel Borges e Família. Grande abraço!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Privação do sono e as suas consequências metabólicas


A cultura do “24 horas por dia, 7 dias por semana” da sociedade ocidental, que representa cada vez mais horas sem dormir, devido à pressão social ou profissional, tem implicações na qualidade do sono e, talvez no risco de obesidade e diabetes, como alguns estudos científicos indicam.

O que significa o sono?

O sono é essencial para a vida e é a base de muitas funções fisiológicas e psicológicas do organismo, tais como a reparação de tecidos, o crescimento, a consolidação da memória e a aprendizagem. Embora nem todos os adultos precisem do mesmo número de horas de sono, os especialistas acreditam que menos de 7 horas de sono por noite, numa base contínua, pode ter consequências negativas para o corpo e para o cérebro.

 O sono e o metabolismo

Ao analisar a relação existente entre o sono e o metabolismo é difícil determinar se certas circunstâncias metabólicas levam ao sono, ou se a qualidade e a duração do sono é que impulsiona o metabolismo. Por exemplo, períodos mais longos de sono profundo são observados em indivíduos fisicamente ativos, tal como em aqueles com a glândula tiroideia hiperativa, ambos os casos também associados a um metabolismo mais rápido. Contrariamente, indivíduos com uma hipoatividade da tiróide e, consequentemente, com um metabolismo mais lento, tendem a desfrutar de menos horas de sono profundo.

Inversamente, a privação do sono está ligada a várias mudanças adversas na atividade metabólica. Por exemplo, os níveis de colesterol sérico (uma hormona envolvida na resposta ao stress) aumenta, a resposta imune é afetada, diminuindo a capacidade do corpo para processar a glicose, e o controlo do apetite é alterado. Estas alterações metabólicas são também típicas em indivíduos cujo padrão do sono é perturbado devido, por exemplo, ao cuidar de um bebê ou a existência de uma doença. O resultado final é que o funcionamento normal do organismo é influenciado pela falta de sono, e com isso certas consequências metabólicas.

 Será que a falta de sono influencia a saúde?

Os estudos epidemológicos e laboratoriais efetuados, sugerem que a falta de sono pode desempenhar um papel no aumento da prevalência de diabetes e obesidade. A relação entre a restrição do sono, ganho de peso e o risco de diabetes pode dever-se a alterações no metabolismo da glicose, ao aumento do apetite e a uma diminuição do gasto energético1.

O sono e o metabolismo de glicose

A redução dos períodos de sono está associada a uma redução da tolerância à glicose e a um aumento da concentração de cortisol no sangue. A tolerância à glicose é um termo que descreve a forma como o organismo controla a disponibilidade de glicose sanguínea, para os tecidos e cérebro. Em períodos de jejum, o elevado nível de glicose e insulina no sangue indica que a distribuição da glicose pelo organismo é realizada de forma inadequada. Há evidências que demonstram que a baixa tolerância à glicose é um fator de risco para a diabetes tipo II. Estudos sugerem que a restrição do sono, a longo prazo (menos de 6,5 horas por noite), pode reduzir a tolerância à glicose em 40%.

 Aumento do apetite

Um estudo realizado, numa grande população, demonstrou uma relação significativa entre a habitual duração do sono curta e o aumento no índice de massa corporal (IMC). A reduzida duração do sono está associada a alterações nas hormonas que controlam a fome; por exemplo, os níveis de leptina (ação na redução do apetite) baixam, enquanto os níveis de grelina (ação estimulante do apetite) aumentam. Estes efeitos observam-se quando a duração do sono é inferior a 8 horas 1,3. Esta situação sugere que a privação de sono é um fator de risco para a obesidade. Num estudo realizado numa população masculina saudável, descobriu-se que uma média de 4 horas de sono está associada a um desejo significativo de alimentos calóricos, com um conteúdo mais elevado de hidratos de carbono (alimentos doces, salgados e ricos em hidratos de carbono complexos). Estes indivíduos também manifestaram ter mais fome2.

É necessário ter em consideração que quantas menos horas se dorme, mais tempo se tem para comer e beber. Existem estudos que mostram que este é um fator que contribui para os aspectos obesogénicos da redução do número de horas de sono.

Menor gasto energético

Do outro lado da equação energética, os indivíduos com menos horas de sono apresentam menor probabilidade de serem fisicamente ativos, o que leva a um menor gasto energético.
 Se o aumento do apetite, e do desejo de comer, se associar a uma redução da atividade física, torna-se claro o importante papel que o sono desempenha na gestão do peso corporal.

O ciclo vicioso do sono e obesidade

A apneia do sono é um distúrbio que afeta aproximadamente 24% dos homens e 9% das mulheres. Esta caracteriza-se por uma interrupção momentânea da respiração durante o sono, resultando numa pior qualidade do sono e num maior cansaço durante o dia. Existe uma forte ligação entre este transtorno e a obesidade. Vários estudos comprovaram que os indivíduos com apneia do sono têm padrões anormais de sono, o que pode acentuar os distúrbios metabólicos associados a uma privação do sono, tais como o aumento da fome. Assim, a apneia do sono causada pela obesidade pode, por sua vez, influenciar o apetite e o gasto energético, favorecendo a obesidade. Contudo, é necessário fazer mais investigações para conhecer melhor estas relações.

 Conclusão

 A falta de uma boa qualidade do sono parece ter um impacto nos condutores fisiológicos do balanço energético, nomeadamente no apetite, na fome e no gasto energético. Além disso, a privação do sono apresenta efeitos negativos na capacidade do corpo distribuir a glicose sanguínea e pode aumentar o risco de diabetes tipo II. No entanto, ainda não é claro como se pode utilizar as alterações do sono para criar padrões favoráveis, que permitam gerir o peso corporal e reduzir o risco de doenças típicas de quem já apresenta um excesso de peso.

Referências

Knutson K.L. et al. (2007). The metabolic consequences of sleep deprivation. Sleep Medicine Reviews 11(3):159-62
Spiegel K. et al. (2005). Sleep loss: a novel risk factor for insulin resistance and Type 2 diabetes. Journal of Applied Physiology 99:2008-19
Van Cauter E. et al. (2007). Impact of sleep and sleep loss on neuroendocrine and metabolic function. Hormone Research 67:2-9


Fonte: http://www.eufic.org/article/pt - Pesquisa em 23/12/2014

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Calvário, lugar de vitória ...

Tema: O valor do calvário.
Texto: Lc 23.33-38; Mc 15.21-28; I Tm 1.15; Hb 9.11-15;
Introdução: A história da cruz não está registrada nas páginas seletas das Escrituras para fazer manchete. Na verdade, foi a etapa mais difícil e pesada da missão que Jesus Cristo, o Filho de Deus, aqui na Terra. Por isso, também descortina grandes realizações em prol da humanidade...
I - QUEBRADO O PODER DA MORTE E DO DIABO.
"...E que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho;" II Tm 1.10
"  E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;  Hb 2.14

II - RESOLVIDO O PROBLEMA DO PECADO.
" Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado." I Jo 1.7
"  No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." Jo 1.29

III - A REDENÇÃO ETERNA DA ALMA HUMANA É EFETUADA.
"Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação,  Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção." Hb 9.11-12

IV - A PREEMINÊNCIA DE CRISTO É DECLARADA.
1) " Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus." Hb 12.2
2) "Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos." Rm 14.8-9
3) "E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra. E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o SENHOR, para glória de Deus Pai. " Fp 2.8-11

CONCLUSÃO
1)    O sacrifício de Jesus no calvário foi substitutivo e insubstituível.
2)    A salvação da alma humana é uma dádiva divina realizada e a disposição de todo que crer.
3)    Queres ser livres do pecado e da sua condenação, olhai para o cordeiro de Deus, Jesus cristo, o       homem das mãos furadas.

 Samuel P M Borges


A Eficácia do sacrifício de Cristo

Título da lição – A Eficácia do sacrifício de Cristo
Texto Áureo: Hb 9.12
Introdução: O sacrifício de Jesus no Gólgota, provocou reações de toda ordem: no inferno; na natureza; na vida daqueles que o esperavam, inclusive retroagindo a seu favor (Rm 3.25). Foi um sacrifício perfeito, portanto único, produzindo a redenção (significa - libertar pagando um preço) eterna.

I – POR QUE JESUS MORREU NA CRUZ?
a)   Jesus criticou o sistema religioso corrupto da época, fazia os milagres que ninguém fazia. A razão direta foi por inveja dos judeus.( Mt 27-15-18).
b)   Em cumprimento às profecias do AT,  a seu respeito e ele previra. Dt 21.22-23; Gl 3.13 e Jo  3.14; Is 50.6; 53.2-11
c)   A morte de Jesus na cruz foi a pena pelo pecado de toda humanidade, representada em Barrabás, abrangendo a tudo no universo afetado pelo pecado. Rm 8.21
d)   A morte de Jesus atesta o imenso amor de Deus  tem por nós. Jo 3.16; Rm 5.8
e)   Jesus deixou o exemplo de amor que devemos viver. Jo 13.34,35.

II – AS DORES SOFRIDAS POR JESUS.
a)   Morais – crucificado entre dois malfeitores e blasfemado.
      Mt 27.35-38; Jo 19-18
b)  Físicas – coroado de espinhos e brutalmente  espancado pelos soldados romanos.  Mt 27.27-30; 
     Lc 22.63-65
c)   Espirituais – A mais dura delas, por isso orou, “Senhor se possível, passa de
      mim  este cálice”. Mt 26.38-39; 27.46
d)  Deus condena o pecado na carne. Rm 8.3

III – “SE POSSÍVEL, AFASTA DE MIM ESTE CÁLICE”.
a)   Os fatos confirmam que Jesus não estava com medo de enfrentar a morte física. Não era o cálice do sofrimento físico.
b)   O cálice era o sofrimento espiritual que o esperava na cruz.
c)   Aquele que não conheceu pecado foi feito pecado por nós. Ou seja, sofreria a punição  e passar pelo sofrimento devido a toda a humanidade.
d)   O pior para Jesus era que teria carregar nossos  pecados separado do Pai.
      Mt 26.38-39; 27.46
e)   Este foi o motivo que levou Jesus perguntar se não havia outro caminho que lhe fosse permitido tomar.
f)     A vontade do pai prevaleceu – Jesus se apresentou como sacrifício, sem pecado.
“A justiça de Deus é tudo o que Deus exige e aprova, e encontra-se em última análise no próprio Cristo, que cumpriu, em nosso lugar, todas as exigência  da lei” - Scofield.

IV – RESGATADOS DA NOSSA VÃ MANEIRA DE VIVER( I Pd 1.18-19).
a)   O verbo resgatar significa  “obter à custa de sacrifício”.
b)   Há, no NT, dois termos o sentido de resgate – agorázo e lutróo.
c)  Agorázo e sua variante exagorázo transmitem a idéia de se comprar um escravo no mercado e levá-lo para casa.
d)  E  o verbo lutróo, significa “comprar e libertar”. E assim sendo, a interpretação do termo “resgate” diz que:
1)     Cristo nos comprou e libertou do mercado de escravos do mundo.
2)     O preço que Jesus pagou por nós foi seu próprio sangue.
3)     Ao nos comprar, Jesus devolver-nos a liberdade.
4)     Não podemos mais ser vendidos como escravos.
5)     Passamos a fazer parte da família de Cristo Jesus e a ser participantes da sua herança.
  
V – JESUS FOI UM MÁRTIR?
a)  Mártir é aquele cuja morte é imposta de modo irreversível por religiosos, autoridades e indivíduos de crenças opostas e intolerantes.
b)  Considerar Jesus um mártir está diminuindo a sua glória, o reduz simplesmente a um personagem histórico e não  reconhece nele seus traços da divindade.
c)   A sua morte foi voluntária. Ele tinha completa liberdade diante da morte.
d)   Ele tinha poder para dar e tornar a tomar a sua própria vida.
     (Jo 10.17-18).
e)   A sua morte foi por doação. (Jo 10.11; 3.16).
f)   Quando chegou o momento, ele não fugiu, não recuou, não recorreu a nenhum  milagre, não pediu ao pai legiões de anjos para o livrar. Mt 26.53-54


 Samuel P M Borges


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS...

Antes do eu está Deus, o Senhor Soberano, Criador de todas as coisas.

Antes de nos autoproclamar, humilhemo-nos debaixo da potente mão de Deus.

Antes de negar a pecaminosidade, devemos reconhecê-la mediante confissão e arrependimento. E como salvo em Cristo, fale, anuncie a tão grande salvação de Hebreus 2.3.

Antes das decisões e escolhas da vida, oremos ao Senhor buscando direção segura.

Antes da passividade, da inércia, pratiquemos o amor que constrói, dissimula, releva, perdoa, dá atenção, sacrifica-se e não teme ser vulnerável.

Antes de nos digladiar, cultivemos a harmonia. Pelas convergências, deixemos de lado as divergências.

Antes de monólogo, o diálogo, a interação, convivências que somam, multiplicam-se pelo bem-estar do outro.

Antes do desespero, descansemos com esperança Naquele que tudo pode.

Antes de botar confiança em nossas rasas crenças, examinemos as Escrituras.

Antes de nos apegarmos às coisas da terra, gastemos nossas forças com as celestiais.

 Antes que a vida perca o seu sentido, sigamos a Cristo que nos proporciona vida Abundante aqui e adiante a eternidade.

Antes de sermos apanhados despercebidos, vigiemos,  pois, o arrebatamento da Igreja não tardará.

Samuel P M Borges

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Quem foi Lampião?

Virgulino Ferreira da Silva, conhecido popularmente pelo apelido de Lampião, foi o principal e mais conhecido cangaceiro brasileiro. Nasceu na cidade de Serra Talhada (PE) em 7 de julho de 1898 e faleceu em Poço Redondo (SE) em 28 de julho de 1938. Ficou conhecido como o "rei do Cangaço".

Resumo Biográfico:

- Nasceu numa família de classe média baixa.

-Trabalhou com o pai, na infância e parte da adolescência, cuidando de gado.

-Trabalhou também com transporte de mercadorias em longa distância, utilizando burros como meio de transporte de carga.

- Envolveu-se em brigas familiares na juventude e entrou para um bando de cangaceiros para vingar a morte do pai.

- Em 1922, passou a comandar um bando de cangaceiros.

- Em 1923, seu bando efetuou assalto a casa da baronesa de Água Branca (AL).

- Em junho de 1927, Lampião comandou seus homens na fracassada tentativa de tomar a cidade de Mossoró (RN). Chegaram nesta ocasião a sequestrar o coronel Antônio Gurgel.

- Na década de 1930, Lampião e seu bando passou a ser procurado por policiais de vários estados do Nordeste. O bando passou a viver de saques a fazendas e doações forçadas de comerciantes.

- Em 1930, conheceu Maria Déia (Maria Bonita) que ingressou no bando, tornando-se mulher de Lampião. Em 1932 nasceu a filha do casal, Expedita Ferreira.

- Em 27 de julho de 1938, Lampião e vários cangaceiros do bando estavam na fazenda Angicos, sertão de Sergipe, quando foram mortos por policiais da volante do tenente João Bezerra.

Curiosidades:

- Lampião também trabalhou, até os 20 anos de idade, como artesão.

-Lampião, ao contrário da maioria dos cangaceiros da época, era alfabetizado.

- Existem várias lendas que explicam a origem do apelido "Lampião". Uma das mais conhecidas diz que seus companheiros de cangaço deram esse apelido, pois ele atirava tão rápido (como se fosse uma metralhadora) que a ponta de seu fuzil ficava vermelha, parecendo um lampião.

- Lampião apresentava problema de visão e, por isso, usava óculos para leitura.


Fonte:www.suapesquisa.com – em 19/11/2014

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Morre Myles Monroe, a esposa Ruth e filha



O acidente vitimou Munroe (60) , a esposa Ruth e  a filha Charis.  O casal tinha mais um filho, Myles Jr. que não estava no acidente. 

O mundialmente conhecido escritor e líder do Ministério da Fé de Bahamas, Myles Munroe, e sua esposa Ruth morreram em acidente aéreo na tarde deste domingo nas Grand Bahamas.

No acidente morreram também a filha do casal, Charis Munroe (O casal tinha mais um filho, Myles Jr.)  e mais seis pessoas. Segundo relatos, o avião particular do pastor se chocou com um grande guindaste de carga em um estaleiro das Bahamas e se despedaçou no pátio em frente. O Lear Jet 36 executivo fazia um curto trajeto entre dois aeroportos locais.

Segundo a versão online do Caribbean News Desk, o choque com o guindaste ocorreu as 17:10h (hora local) quando o jato fazia a aproximação para pouso no Grand Bahama International Airport . A fotografia a seguir foi tirada minutos antes da decolagem do voo fatídico e mostra as pessoas que morreram no acidente.


Fonte: Blog Luz e vida. 

Série Cristianismo



domingo, 9 de novembro de 2014

O SAGRADO X PROFANO NA IGREJA CRISTÃ HOJE



Amados assembleianos, aprendemos ou relembramos hoje, na EBD - Escola Bíblica Dominical,  que a causa direta da queda do Império Babilônico foi um conjunto de pecados de Belsazar e principalmente a profanação do sagrado contra o Deus Altíssimo.
E nós, povo de Deus, precisamos nos cuidar e se corrigir também deste pecado. Não é toa que há vozes solitárias proclamando por uma reforma na Igreja Evangélica Brasileira. Como e onde identificar a profanação na Casa do Senhor, na contemporaneidade? Em nosso país? Vamos escrever poucas linhas a respeito do nosso contexto:
Profano? Que é alheio à religião. Secular; leigo.Oposto ao respeito devido ao que é sagrado.
Profanação: Desrespeito ou violação do que é santo, sagrado; insulto, irreverência.
Como se revela hoje na Igreja?
a)  Nas tentativas de materializar a fé, via consagração de objetos,  cultos com despachos pagãos, os enganos de barganhar com Deus, cultos à personalidade, inclusive cultos de  aniversários independente de quem seja,  símbolos de ocultismo em templos, venda de “indulgências” principalmente dentro dos movimentos neo-pentecostais, como rosa, lenço, meias, cuecas, óleo, areia “ungida”, etc...
b)  Modus  operandi levianos de arrecadar recursos na Igreja, na filosofia de que “os fins justificam os meios”. E glorifico a Deus pela liderança ética, ponderada,  neste particular.
c)  Com a nova fase eclesiástica, A Igreja Evangélica na Mídia, que já se denomina "tempo das vacas gordas", requer de todos nós, especialmente dos líderes, controle e transparência com as finanças da Igreja. Em algumas denominações  tem sido foco de profanação do sagrado, nessa área. Um exemplo: Salários dignos para trabalhadores do Evangelho, corroboramos!!! Salários altos para líderes, fora da realidade econômica brasileira, classificam-se  também em profanações ao sagrado. São insultos, são irreverentes. A não ser que fujamos do significado da palavra PROFANAÇÃO. Oremos ao Deus do céu, por uma Igreja íntegra moral e espiritualmente.


Samuel P M Borges


sábado, 1 de novembro de 2014

Gandhi x Jesus Cristo



Há dúvidas em que direção seguir???




O que disse Jesus....

A diferença no campo da fé é a base, se frágil ou sólida,  na qual depositamos nossas crenças...Pense nisso.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Quanto custa o Congresso Nacional?


POR ARTIGO - GIL CASTELLO BRANCO  - 25/02/2013 16:18


http://ads.globo.com/RealMedia/ads/adstream_lx.ads/ogcoglobo8/opiniao/materia/L26/747319444/x20/ocg/pdg_140901_oglobo_rein_ros_Click/Tag_retangulo_300x250px_pdg_140825.html/75757a4a6b314f64676f7341434c455a?_RM_EMPTY_&idArtigo=7668883
A democracia não tem preço, mas o Legislativo brasileiro tem custo elevado. No ano passado, as despesas da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU) atingiram R$ 9 bilhões, montante equivalente aos dispêndios integrais de seis ministérios: Cultura, Pesca, Esporte, Turismo, Meio Ambiente e Relações Exteriores.

Neste ano, somente os gastos das duas Casas Legislativas, excluindo o TCU, deverão alcançar 8,5 bilhões. Assim sendo, chova ou faça sol, trabalhem ou não suas Excelências, cada dia do parlamento brasileiro custará R$ 23 milhões, ou seja, quase um milhão por hora!

Estudo realizado no ano passado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em parceria com a União Interparlamentar revelou que o congressista brasileiro é um dos mais caros do mundo. No campeonato de 110 países, o Brasil ganhou a medalha de prata no ranking dos custos por parlamentar, atrás apenas dos Estados Unidos. Na classificação dos custos por habitante, ocupamos a 21ª posição.

Dentre as Casas, a vilã do momento é a Câmara que custou aos contribuintes R$ 4,3 bilhões em 2012, montante superior em R$ 400 milhões à média de R$ 3,8 bilhões dos últimos dez anos. Já no Senado, em função dos escândalos de 2009, as despesas vêm caindo e, no ano passado, foram as menores desde 2010, totalizando R$ 3,4 bilhões.

Considerando os 15.647 servidores da Câmara e os 6.345 do Senado, o Congresso é uma "cidade" com quase 22.000 funcionários efetivos e comissionados. A título de comparação, dentre os 5.570 municípios do País, apenas 27 % possuem mais habitantes. Em 2012, o custo de "pessoal e encargos sociais" no Congresso Nacional foi de R$ 6,4 bilhões, o que correspondeu a 84% da despesa global. A conta inclui salários, gratificações, adicionais, férias, 13º salário e outras vantagens. Só pelo trabalho noturno, Câmara e Senado pagaram R$ 4,5 milhões em 2012.

Comparativamente, o Legislativo é o campeão de salários médios entre os Poderes. Em dezembro de 2012, segundo o Ministério do Planejamento, a média salarial do Legislativo foi de R$ 16,3 mil, mais do que o dobro dos R$ 6,7 mil que ganham os servidores do Executivo. No Judiciário, a média é de R$ 13,5 mil.

Por vezes, as despesas do Parlamento são extravagantes e curiosas. No ano passado, somente com horas extras foram pagos R$ 52 milhões. A Câmara dos Deputados foi responsável por R$ 44,4 milhões desse montante. O Senado comemorou a economia de R$ 35 milhões que obteve após implementar o "banco de horas". A ideia poderia ser adotada pelos vizinhos. Outro absurdo é a existência de 132 apartamentos funcionais vazios, aguardando uma reforma que não tem data para começar, enquanto são gastos R$ 8,3 milhões/ano com os pagamentos de auxílio-moradia a parlamentares.

Na semana passada, pressionado por manifesto popular com 1,6 milhão de assinaturas, o presidente do Senado anunciou corte de R$ 262 milhões nas despesas da Casa, a começar por 500 funções de chefia e assessoramento. Já era tempo. A gastança é tal que no último ano as gratificações por exercício de cargos e funções totalizaram R$ 683,1 milhões, quase três vezes o montante dos salários que alcançou R$ 249,2 milhões. Ao que parece, o Senado além de muitos índios tem centenas de caciques.

http://ads.globo.com/RealMedia/ads/adstream_lx.ads/ogcoglobo8/opiniao/materia/L26/1263855098/x21/ocg/dafiti_140901_globo_rein_ros/tag_rein_globo.html/75757a4a6b314f64676f7341434c455a?_RM_EMPTY_&idArtigo=7668883Além disso, o novo presidente afirmou que reduzirá gastos com serviços médicos e terceirizados. Apesar das boas intenções, até o momento a contenção de despesas limitou-se à demissão de duas estagiárias. A intenção de Renan Calheiros é, por meio da transparência, reaproximar o Senado da sociedade brasileira. É bom que comece pelo próprio gabinete, informando, por exemplo, quais os serviços que lhe presta escritório de advocacia em Alagoas que recebe há mais de um ano R$ 8 mil mensais da chamada "verba indenizatória".

Enfim, há muito o que melhorar no Congresso Nacional. A redução das despesas é necessária, mas não é o mais importante. Urgente é que os princípios constitucionais de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência sejam aplicados tanto pelas Casas quanto pelos deputados e senadores. O Judiciário pode auxiliar julgando os quase 200 parlamentares que respondem a inquéritos ou ações penais no Supremo Tribunal Federal. Na pauta, crimes contra a administração pública, homicídio, sequestro e tráfico. O saneamento do Legislativo é essencial para conter o desgaste progressivo de sua imagem. Afinal, a democracia não tem preço. Pior do que o atual Congresso Nacional só a sua ausência.

Gil Castello Branco é economista e fundador da organização não-governamental Associação Contas Abertas.


Fonte: oglobo.globo.com, pesquisa em 30/09/2014.

Revolução de consciências já!!!


Segundo pesquisa da ONU em parceria com a UIP (União Interparlamentar), o custo do Congresso brasileiro é o segundo mais caro do mundo, seja em valor global ou por parlamentar (US$ 4.415.091,00), apenas superado pelos Estados Unidos. Se aproximássemos a média de custo da atividade parlamentar brasileira à média dos custos na Alemanha (total: US$ 821 milhões // por parlamentar: US$ 1,191 milhão) e França (total: US$ 998 milhões // por parlamentar: US$ 1,079 milhão), o custo total do Congresso (Senado e Câmara de Deputados) deveria ser de US$ 674 milhões (média por parlamentar: US$ 1,135 milhão), ou R$ 1.348.380.000,00. Caso a comparação fosse feita com realidade mais próxima, como Argentina (5ª maior despesa média do mundo) ou México (7ª maior despesa média do mundo), a situação seria a seguinte: Argentina (total US$ 1,138 bilhão // US$ 1,917 milhão por parlamentar), México (total US$ 1,055 bilhão // média de US$ 1,777 milhão); neste caso o custo máximo do Congresso Brasileiro deveria ser de US$ 1,847 milhão por congressista, com um orçamento total de US$ 1,097 bilhão, ou R$ 2.194.236.000,00. Como resultado, uma bilionária economia de R$ 6.405.764.000,00!!

Por Célio Turino – 30/maio/2013...


Fonte: www.revistaforum.com.br, pesquisa em 30/09/2014.


Um caminho: A massa brasileira não espere reforma política pelos políticos. Eles não vão cortar na própria carne. Só um movimento popular forte, consistente e organizado. E que comecemos propondo mudanças do Sistema Bicameral para o Unicameral. Ou seja, uma só casa parlamentar, sem aumentar os atuais nr. do quantitativo de políticos da que permanecer. Não queremos trocar seis por meia dúzia. Então, encerra-se as atividades do Senado Federal e mantém-se a Câmara de Deputados. Não irão fazer falta à Nação Brasileira.

Se precisa de Emenda à Constituição Federal, vamos propor...há em mim este senso de justiça inquietando-me. São altos custos, privilégios mil, resultado: acúmulo de riqueza por uma minoria, enquanto que uma maioria agoniza à procura das necessidades básicas na sociedade.

Samuel P M Borges

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Casar para ser feliz ou ser feliz para casar?


Ultimato entrevistou a psicóloga Leonora Ciribelli, autora do mais novo livro da editora Antes de Casar. Neste bate-papo, ela desmistifica conceitos e dá um rumo mais honesto para a caminhada da vida a dois. Confira.

Ultimato - Há tantos livros sobre casamento no meio cristão e há tantos aspectos para serem discutidos na “vida a dois”. O que o leitor vai encontrar em Antes de Casar?

Leonora – Grande parte dos materiais dirigidos a relacionamentos apresentam uma proposta de intervenção para o que está adoecido. Basta olharmos a proporção de literaturas para casados em proporção aos que irão se casar. O “Antes de Casar” tem como diferencial ser um livro preventivo e não interventivo. Acredito que um esclarecimento do que é casamento deve vir antes de casar e que o casal que aprende a conversar antes do “sim”, sobre os mais variados assuntos pertinentes à vida a dois, terá muito mais habilidades para enfrentar as crises naturais do casamento.

Ultimato – Como você descreveria a linguagem do livro? Qualquer pessoa poderá lê-lo, sem dificuldade de compreensão? Não cristãos também?

Leonora - O livro foi escrito em tom de uma conversa e de fácil compreensão. Certamente o leitor irá se identificar com muitas histórias e exemplos citados. O livro tem uma abrangência até para os não cristãos, pois trata de uma crença que a maioria dos casais têm, que é o equívoco de pensar que casamento é remédio que leva à felicidade. Se casamento fosse remédio que leva à felicidade, não haveria casados infelizes, não é mesmo?

Ultimato - A pesquisa das “Estatísticas do Registro Civil 2102” do IBGE mostra que no Brasil o casamento tem encurtado sua “data de validade”. Os casamentos no país duram, em média, 15 anos. A informação leva em conta o tempo médio transcorrido entre o casamento e a data da sentença do divórcio. Em 2007, o tempo médio era de 17 anos, mesmo período que havia sido observado em 2002. Em sua opinião, quais as razões para o que está acontecendo?

Leonora - Tenho observado que inúmeros casais desistem muito cedo do casamento pelo fato de não suportarem os problemas que surgem naturalmente num relacionamento conjugal. Para estes, casamento é sinônimo de prazer. Se tiver alguma situação que gere dor ou mal estar, abrem mão do compromisso e provavelmente se projetam em um novo relacionamento. Por outro lado, também há muitos que se esforçam para permanecerem juntos, mas acabam se divorciando ou tendo um casamento frustrado, devido à falta de preparo desde o início do relacionamento. Uma das razões pelas quais isto acontece está no fato de os casais não investirem tempo em ajustes que necessitam fazer em seus relacionamentos antes de se casar. Os contratos do buffet, fotógrafo, festa, vestido são incansavelmente avaliados e pensados, mas os acordos entre eles que se referem a famílias de origem, sexualidade, finanças, espiritualidade, dentre outros, acabam ficando em segundo plano. A mídia é uma boa amostra do que estou falando: basta ver nas capas de revistas e na internet os grandes casamentos das celebridades e sua durabilidade. E esta realidade não está limitada aos famosos, está bem pertinho de nós: entre parentes e amigos.

Outra razão que observo é a era tecnológica e a maneira como os relacionamentos estão sendo afetados. No mundo virtual, a conduta dos seres humanos se altera. Com apenas um clique é possível dar comandos diversos, como comprar, enviar mensagens, fazer transferências bancárias, acessar redes sociais. A sensação é mágica. Talvez ainda não nos demos conta, mas estamos transferindo as expectativas do mundo virtual para nossos relacionamentos. É como se pudéssemos controlar o outro com um clique e obter uma rápida resposta. Mas casamento é uma construção, que durará a vida inteira. É preciso paciência e perseverança.

Ultimato - Um dos medos de um jovem cristão é a escolha do cônjuge. Este medo é normal? Até que ponto deixa de ser um algo saudável? Que dicas você pode dar para ajudá-lo a enfrentar esta fase?

Leonora - A maioria dos jovens cristãos quer acertar na escolha de seus cônjuges, por aprender que casamento é algo sério. Muitos acabam sentindo medo de não fazerem a escolha certa, com receio de não serem felizes. Como diria o Pr. Carlos McCord, “casamento não gera felicidade. O casamento apenas revela a existência ou não de uma felicidade preexistente, que será compartilhada pelo casal”. Um dos conselhos que ele dava a suas filhas era: “Vocês estão prontas para escolher um homem para se casar, quando não precisarem de um homem para ser feliz”. 

Portanto, quando o casal entra com uma visão de que casamento é construção, e esta construção é para a vida toda, de que o noivo ou a noiva não encontrarão pessoas prontas (perfeitas) e não irão prontos para o casamento, creio que esta visão ajuda a enfrentar os medos com mais maturidade e capacidade de confrontar o desconhecido e não com um medo que gera a insegurança de que irão se arrepender. Por outro lado, creio que um bom termômetro para este medo é fazer uma pergunta simples, porém significativa: “este relacionamento está me ajudando a me tornar uma pessoa melhor?” Exemplo: um melhor cristão, profissional, filho, amigo(a), irmão e claro noivo(a). Não acredito que o outro seja responsável por isto, mas acredito que somos influenciados por nossos relacionamentos. Gosto de testemunhar que me torno uma pessoa melhor na medida em que me relaciono com Fábio (meu esposo), e me esforço para que a recíproca seja verdadeira.

Ultimato – Um dos seus ministérios é realizar cursos sobre matrimônio em igrejas. Quais as dificuldades mais frequentes que você encontra entre as pessoas que participam de seus cursos?

Leonora - Uma das maiores dificuldades é a que eu citei acima, que é do paradigma de que eu sou responsável de fazer o meu cônjuge feliz, e vice-versa. Fico impressionada quando vejo o quanto os líderes ainda reforçam esta ideia nas cerimônias de casamento e aconselhamento matrimonial: de que o outro seja responsável por sua felicidade. Quebramos este paradigma enfatizando que o outro não pode ser responsável por minha felicidade. A felicidade deve ser fruto de uma realização pessoal, alcançada pela obediência e pelo entendimento de que cada um foi criado com dons e talentos dados por Deus de maneira singular. O exemplo é da mulher samaritana: enquanto fazia dos seus relacionamentos a fonte de sua felicidade, ela não foi saciada; Jesus é a fonte que gera esta felicidade. 

Outra dificuldade é acreditarem que pelo fato de serem cristãos, estão “blindados” em relação a muitas questões que um não cristão enfrenta. Se estão passando por problemas, é “ataque do inimigo”. Acredito que haja, sim, lutas espirituais, mas é grande o número de pessoas que transferem para o diabo lutas que são naturais de um relacionamento conjugal, que os levarão ao crescimento, caso enfrentem-nas como desafio da fase que estão vivendo.

Ultimato - Você acha que as igrejas locais estão preparadas para ajudar casais em crise? Se sim, o que elas têm feito de bom? Se não, o que falta?

Leonora - Creio que muitas das igrejas têm se empenhado para ajudar os casamentos em crise, mas percebo que ainda falta muito uma visão mais real de como ajudar estes casais a crescerem e a colocarem em prática os princípios e conceitos que lhe são passados. Um exemplo é quando dizem que o casamento é para revelarmos a “imagem de Deus”. Ótimo! Perfeito! Mas como ajudá-los no seu dia a dia a encarnarem esta realidade? Como um casal revela um Deus invisível, tornando-o visível em suas relações? Outra questão que observo é que existem igrejas que fazem muitos eventos. Eu gosto de dizer “é-vento”, porque quando durante estes eventos as pessoas sentem-se tocadas, mas depois o vento leva a empolgação. Falta um acompanhamento, pequenos grupos ou células que ajudem estes casais a permanecerem em Jesus, para que estejam juntos de forma saudável e não unidos por uma religiosidade.

Ultimato – Você é vice-presidente da EIRENE do Brasil. O que exatamente esta associação faz? Como ela pode servir às igrejas? 

Leonora - A Eirene do Brasil visa buscar a criação de um ambiente familiar saudável e, para isso, investe no treinamento e certificação de pessoas que possam se especializar neste trabalho. Atualmente esta organização tem atuado no treinamento de assessores familiares (pessoas leigas com chamado para atender à família em seus multiformes aspectos) e profissionais da área de ajuda na arte da terapia familiar, tendo como base os enfoques sistêmicos e psicoteológicos. Além disso, diversos seminários têm sido realizados, contribuindo assim para a divulgação desta visão ministerial, voltada para a família. A formação de centros de atendimento à família em diversas regiões do país também tem sido estimulada pela Eirene, além de vínculos e convênios firmados entre a organização e instituições de ensino para o desenvolvimento de programas de especialização na área de família.

Ultimato – Para terminar, qual sua expectativa com o lançamento de Antes de Casar?
Leonora – Minha expectativa é que muitos casais entrem mais conscientes em seus relacionamentos conjugais. Que se responsabilizem antes mesmo de se casarem pelo relacionamento conjugal e que aprendam que casamento não é para fazer o outro feliz, mas para a entrega do amor contínuo, fazendo desta união uma oportunidade de somar as felicidades preexistentes em cada um dos cônjuges. Casamento é para refletir a imagem de Deus, e esta imagem divina é revelada através do perdão, alegria, paciência, bondade. Ou seja, o Deus invisível se torna visível quando há estas práticas em um lar. Portanto meu convite é: antes de casar, vamos conversar?

• Sobre a autora:

Leonora Ciribelli é casada e tem dois filhos. É psicóloga clínica especialista em família e vice-presidente de EIRENE do Brasil, uma associação de profissionais cristãos que trabalham em favor do desenvolvimento, fortalecimento e defesa da saúde integral da família. Junto com o marido, o pastor Fábio Ciribelli, idealizou o curso de noivos “Antes de Casar, Vamos Conversar?”. Ambos ministram cursos e palestras na área de família por todo o Brasil.

Fonte: http://ultimato.com.br/sites/blogdaultimato
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