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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Porque não sou maçom? E por amor aos maçons.

  



  1. Não é racional fazer parte de uma “Fraternidade”, onde seus símbolos, códigos secretos e ritos, são mais dignos de proteção e zelo do que a própria pessoa humana. O juramento de admissão nas lojas, submete o admitido a invocar maldições sobre si, se voltar atrás e  revelar os seus segredos ocultos. Jesus ensinou, advertindo aos homens não fazer juramentos “...pela tua cabeça...”(Mt 5.34-37).
Por exemplo: No Rito Francês – O neófito profere o seguinte juramento, de joelhos, por duas vezes: “Juro e prometo sobre os estatutos gerais da Ordem e sobre esta espada, símbolo de honra, etc, etc. Consinto, se eu vier a perjurar,  que o pescoço me seja cortado, o coração e as entranhas arrancadas, o meu corpo queimado, reduzindo a cinzas, e minhas cinzas lançadas ao vento, e que a minha memória fique em execreção entre todos os MM. O Gr. Arq. Do Univer. Me ajude!”
A Bíblia alerta acerca de homens com aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te (II Tm 3.5).

  2. O cristão não pode pactuar com fé mística e sincrética. Sincretismo é fusão de elementos culturais, filosóficos diferentes, e até antagônicos, em um só elemento. Segundo o maçom Jorge Buarque Lira, Pr. presbiteriano, no seu livro Maçonaria e Cristianismo, afirma que a maçonaria teve o seu início nas religiões místicas do Oriente (págs. 340/41).

   3.  Só temos acesso ao “GADU” por Jesus Cristo. Na maçonaria, há proibição clara ao nome de Jesus e as doutrinas bíblicas sobre o além túmulo ( a ressurreição, vida eterna, juízo divino, etc...), e para não ofender determinados membros. De acordo com  João 14.13-14, quem ora ao Pai, deve orar em o nome de Jesus, para que possa ser atendido.

    4.   Jesus é a Luz do Mundo. Quem o segue não andará em trevas, e terá a  Luz da Vida (João 8.12).  A loja maçônica, na prática, assume o lugar de Jesus,  e apropria-se da atribuição exclusiva de Jesus, único mediador entre Deus e os homens ( I Tm 2.5). Fato é, o indivíduo ao ser introduzido na maçonaria, é considerado e recebido como um profano, de olhos vedados, saindo das trevas para luz.

    5.  A Ordem é elitista e corporativista. Ao tempo em que alega como objetivos: A busca da Verdade, o estudo da Moral e a Solidariedade Fraternal. Promovem-se no contexto social, muitas vezes, em detrimento da Meritocracia.  Faz acepção de pessoas. Não podem ser admitidos na Ordem: As mulheres, pessoas pobres e os sem condições de sustentar  sua família, em nome da moralidade que pregam.

    6. É uma Ordem de Crenças Pagãs,  disfarçada em atos de fraternidades e boas ações.  A maçonaria possui: Templos, altares, código moral, rituais de adoração, vestimentas e apetrechos para os ritos, dias festivos, hierarquia, rituais de iniciação e fúnebres, promessas de eterna recompensa e/ou punição. Busca-se aproximação com “GADU”, aperfeiçoamento moral pelas atividades filantrópicas e sociais, quando pelas Escrituras Jesus Cristo é a ponte entre Deus e os homens.

     7. A Bíblia é usada com parcialidade, sob a ótica de que contém a Palavra de Deus. Em verdade, ignorada, utilizada em meras simbologias ritualísticas e não no conteúdo escrito e revelado. E enquadram-se entre os homens “que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade (II Timóteo 3.7).

  8. Há ritos nas variadas ordens maçônicas que envolve no ocultismo quem dela participa. Constata-se nos escritos históricos maçônicos, menção à fé luciferiana. Inclusive, do maior deles, Albert Pike (1809-1891), 33º grau do Rito Escocês maçônico.
De Albert Pike, está no livro; “La Femme et L’enfant dans la Franc-Maçonnerie Universelle”, vou citar: 
"Para vocês, Soberanos Grandes Inspetores Gerais, nós dizemos isto, que vocês podem repetir para os irmãos dos graus 32, 31 e 30: A Religião Maçônica deve ser, por todos nós iniciados dos altos níveis, mantida na pureza da Doutrina Luciferiana"; "Sim, Lúcifer é Deus..."; "E a verdadeira e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, o igual de Adonai; Mas Lúcifer, Deus da luz e Deus do bem, está lutando pela humanidade contra Adonai, o Deus da escuridão e do mal."
(Instructions to the 23 Supreme Councils of the World, Albert Pike, Grand Commander, Sovereign Pontiff of Universal Freemasonry, July 14, 1889)

  9. Por que ao deus “GADU” a quem servem é um tanto genérico,   impessoal e indefinido. Euquanto o Deus das Escrituras é revelado Criador, Organizado, Planejador, Belo de Arte e Estética Incomparável, que fala, ouve, se indigna, ama, perdoa, julga, governa sobre tudo e sobre todos soberanamente, e apto para se relacionar com o homem, a quem criou à sua imagem e semelhança.

  10. Finalmente, é como Jesus, Senhor dos vivos e dos mortos,  ensinou: Não se pode servir a dois Senhores: Agradará a um e desagradará o outro.

Samuel P M Borges

Fev/2018.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Salvação - A palavra mais solene do mundo


A palavra salvação é uma palavra muito solene. Por ser mencionada com frequência pelos pregadores do evangelho ao redor do mundo e em todos os tempos, ela tem se tornado vulgar.

O antônimo de salvação é perdição. Não há necessidade de salvação se não há perdição. Como, hoje em dia, a palavra perdição é por demais questionada, questiona-se também, obrigatoriamente, a palavra salvação. Questionando-se ambas as palavras, questiona-se toda a estrutura do cristianismo. Não havendo nem perdição nem salvação, obviamente não há Salvador. Jesus Cristo deixa de ser o que é — “Sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo” (Jo 4.42) — e se torna um personagem simplesmente histórico. Se Ele não é o Salvador do mundo, a expiação realizada na cruz é lorota. Jesus deixa de ser o Salvador para ser um mártir, como Joana d’Arc ou Martin Luther King.

Além de muito solene, a palavra salvação é muito ampla. Ela abarca a salvação da culpa do pecado, a salvação do poder do pecado e a salvação da presença do pecado. Diz-se que a salvação da culpa do pecado é a justificação do pecador por meio da fé; a salvação do poder do pecado é a santificação do pecador por meio da autonegação; e a salvação da presença do pecado é a glorificação do pecador por meio do novo corpo e dos novos céus e nova terra. Daí serem corretas as afirmações: fui salvo, estou sendo salvo e serei salvo. Salvos da culpa do pecado ontem, salvos do poder do pecado hoje e salvos da presença do pecado amanhã: salvação no passado, salvação no presente e salvação no futuro.

A pregação do evangelho é o anúncio da salvação: Jesus salva o pecador da perdição, da condenação, do dia do juízo, das algemas eternas, do fogo eterno, das penas eternas, da morte eterna, do inferno ou do figurado lago de fogo e enxofre. Ele nos salva da separação definitiva e irreversível de Deus e dos que aceitam e experimentam a salvação.

Hoje há uma distorção enorme do anúncio da salvação. Pregam-se salvação da enfermidade física, salvação do sofrimento, salvação da miséria, salvação da autoimagem. Tudo isso pode estar embutido eventualmente na salvação do pecado, mas não é a salvação maior, projetada pela misericórdia e pelo amor de Deus.

O anúncio da salvação confunde-se hoje com o convite de adesão a certo credo cristão (católico, ortodoxo ou protestante), a uma denominação evangélica (batista, presbiteriana, metodista, assembleiana, luterana, episcopal etc) e a um tipo de igreja (histórica ou tradicional, pentecostal ou carismática). Prega-se mais as virtudes de cada uma dessas expressões de culto do que as virtudes “daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pe 2.9). É preciso saber se estamos enchendo as igrejas de salvos ou de adeptos desta ou daquela religião. Essa concorrência religiosa não pode esconder dos pecadores o significado por demais solene e amplo da palavra salvação.

Texto originalmente publicado na edição 255 de Ultimato.


domingo, 24 de dezembro de 2017

O Natal de Jesus

Tema: É Natal.

Introdução: Os dias natalinos envolve muita comilança, mensagens de felicitações, muita iluminação elétrica, troca de presentes, roupa nova, demonstrações de amor ao próximo. Mas, o Natal de Jesus representa muito mais que isto.Tratá-se do mistério da encarnação do verbo divino...o apogeu da revelação de Deus à humanidade. Outros, nem acreditam que ele existiu.

I - ONDE JESUS NASCEU E EM QUE CONTEXTO HISTÓRICO?
Resposta: Segundo Lucas 2.1-4, Ele nasceu em Belém, província da Judéia, e ali reinava Herodes, o Grande (Mt 2.1). César Agusto era o imperador romano (27 a.C a 14 d.C). Na sua morte, era Imperador Tibério César (14 a 37 d.C).

II - A ENCARNAÇÃO DE JESUS É:

A Divindade tomando forma corporal humana, ou seja, experimentando co-existir, viver, conviver com os homens, como homem.
João 1.14 - E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.

João 1.18 - Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que estáno seio do Pai, este o fez conhecer.

III - A QUEM INTERESSA NEGAR A ENCARNAÇÃO DO FILHO DE DEUS?
I Jo 4.1-3 – “AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.”
Reflexão: Um ateu disse: “A religião é um conto de fadas para pesoas com medo do escuro”. Um cristão rebateu: “O ateísmo é um conto de fadas para pessoas com medo da luz”.

IV -  QUE NÃO HAJA EM NENHUM DE NÓS DIFICULDADE EM CONCILIAR A HUMANIDADE DE JESUS COM SUA DIVINDADE.
    a) Como homem Jesus teve mãe e não teve pai. Como ele foi gerado no ventre de Maria por ação e graça do Espírito( Mt 1.18-25), José foi pai de Jesus no sentido adotivo. E como Deus ele tem Pai e não teve mãe.
    b) John Stott (“Cristianismo Básico”, p. 27).  Faz o seguinte esclarecimento:
“Jesus não é “um Deus disfarçado de homem, nem um homem com qualidades divinas”. Ele quer dizer simplesmente que Jesus é Deus e homem não sucessivamente, mas ao mesmo tempo.”
   c) Portanto, Jesus não deixou de ser Deus quando tomou a forma humana e nem deixou de ser homem quando ressuscitou dentre os mortos.

V - ELE VEIO LITERALMENTE, DO CÉU À TERRA
João 16.28 – “Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai”.
João  17.4-5 – “Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.”

VI -  QUE VEIO JESUS FAZER NA TERRA?

1. Chamar os pecadores ao arrependimento.  Lucas 5.32
2. Buscar o que se havia perdido. Lucas 19.10
3. Dar  vida em abundância. João 10.10
4. Salvar os pecadores. João 12.47;  I Tm 1.15
5. Dar  a sua vida em resgate de muitos.  Mt 20.28; João 10.18
6. Destruir as obras do diabo.  I João 3.8
7. Aniquilar o tinha o império da morte. Hb 2.14
8. Testemunhar da verdade.  João 1.17;18.37
9. Revelar Deus, o Pai.  João 1.18

v  É a sublimação da encarnação de Jesus Cristo.

CONCLUSÃO:

    1. É Natal.  Manjedoura vazia, cruz vazia, túmulo vazio. Trono ocupado.
Apocalipse 5.11-13
“...Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças. E ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.”
    2. É Natal. Jesus trouxe boas novas de salvação para todo o que crê.
  3. É Natal. Que haja lugar para Jesus na estalagem do seu coração. O seu convite de reencontro, perdão, comunhão e salvação continua de pé:

Apocalipse 3.20 – “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”.

Feliz Natal

Samuel Borges
Abraço!

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Medidas para Reforma Política no Brasil

     


   1. Autonomia para o candidato do Partido Político.

   2. Reduzir em 1/3 a representatividade política atual, nas duas casas legislativa.

   3. Readequar a remuneração total do político à base salarial do magistério do ensino fundamental.

   4. Admitida uma reeleição para todos os cargos políticos.

   5.Reduzir os custos das Eleições em todo o território nacional a cargo do TRE.

   6.As despesas de campanha do candidato são pessoais e intransferíveis.

  7. Voto distrital puro em todo o território nacional, com vistas ao acompanhamento do desempenho do candidato.

  8. Redução da ordem de 70% das verbas de gabinete na vereança ao senado federal. E consequente diminuição dos assessores.

 9.Assessor parlamentar concursado na proporção de 3 para 1 candidato, com autonomia para desenvolver as atividades legislativas, na forma da lei, pelo bem comum. Sem vínculo com o mandato do parlamentar.

 10. Revisão dos repasses constitucionais às casas legislativas, e que passem a ser proporcional às arrecadações tributárias, respeitado um teto máximo.

 11. Ato de corrupção no curso do mandato, apurado e julgado na forma da lei, se condenado, perda imediata do mandato, reposição ao erário e inelegível até 20 anos.

  12.   Limitação da quantidade de partidos políticos, com base nas linhas ideológicas, estabelecidas em lei.

  13.Estabelecer em lei, a obrigatoriedade do prazo para apreciação, pelas casas legislativas municipais, estaduais e federais, os Projetos de Lei de Iniciativa Popular, a contar de seu protocolo em cada casa, sob pena de perda de mandato de quem a presidir, no respectivo prazo violado.

  14. Extinção do carro oficial na atividade parlamentar.

  15.  Voto facultativo em todo o território nacional.


Samuel Borges


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

O Criador e a Sexualidade Humana

Direitos dados pelo Criador e direitos inventados pela criatura


1. Nas premissas bíblicas não há elementos capazes de autorizar o domínio do homem sobre outros homens, à exceção do domínio próprio, que é o domínio do homem sobre si mesmo.

2. Ao se conceituar adequadamente pecado, percebe-se que pecado é sempre uma alteração da ordem estabelecida por Deus, não necessariamente ordem (mandamento), mas ordem (equilíbrio), embora o mandamento seja o principal agente mantenedor do equilíbrio. 

3. Pode-se observar que todos os indivíduos das espécies animais criados por Deus situam-se no binômio macho e fêmea, e a mesma atração que atua entre o homem e a mulher os atrai entre si. No rompimento desse equilíbrio está o gérmen em potencial da extinção de uma espécie. 

4. Mais do que um dom, a sexualidade é um direito, e os direitos do homem são flagrantemente reconhecidos por Deus: “a César o que é de César” (Mt 22.21). Todavia, os direitos inventados pelo homem são de sua responsabilidade.

5. Quando homens e mulheres deixam-se alterar em sua identidade sexual, não importa quando, como ou por que, só existe um caminho para reassumi-la. Alterações da natureza transformam-se em amarras de tamanha resistência que não podem mais ser rompidas pelas pessoas, nem pela medicina, senão por um poder maior: “Se, pois, o Filho [de Deus] vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36). 

6. A humanidade encontra-se em processo irreversível de solidão. Quanto mais promíscua é uma pessoa, maior a solidão que ela acumula, porque a solidão é diretamente proporcional à sua incapacidade de amar. 

7. A famosa expressão “amor livre”, tão em voga modernamente, de amor só tem o rótulo.

8. Na ótica do Criador só existem dois seres capazes de se formar uma só carne. O problema, portanto, não é ser ou não homossexual, mas estar ou não estar homossexualizado.

9. No plano criador de Deus, ninguém é homossexual. 

Celso Milan é funcionário aposentado do Banco Central e escritor. As frases acima foram retiradas com sua permissão do seu mais recente livro Conceituação - temas polêmicos, p. 55.


Adendo do Blog:

I     I - Partindo do princípio de que fomos criados macho e fêmea. O que poderá levar pessoas ao homossexualismo, seja o homem ou a mulher?

      a) Educação infantil deformada por abusos, principalmente, sexuais e outras causas, como  a moralidade e as crenças. Sadias ou não, todos as temos.
      b) Formação distorcida nas relações afetivas primárias (pais) e secundárias (familiares ou    de terceiros).
      c) Problemas de ordem genética e/ou hormonais.
      d) Traumas psicológicos, disjunções e distúrbios psiquiátricas.
      e)  A não aceitação do gênero sexual em que foi criado o indivíduo.
                 
      II - Quais são as consequências no tecido social?

a) Como comportamento gera comportamento, temos então, a prática homossexual influenciada por comportamentos.

b) O que se observa são pessoas em constantes frustrações consigo mesmas, insatisfações interiores agudas e algumas doentias.

c) Desequilíbrios psíquicos e emocionais que demandam tratamentos por profissionais habilitados.

d) Conflitos nas relações sociais em torno da Moral (indivíduo) e da Ética (coletiva). Sociologicamente, o limite da Moral é a Ética Coletiva.

e) O ativismo gay em todo o mundo, em reação às discriminações e violências sofridas, está determinado a destruir todo o grupo social que não aceita a sua opção homossexual. E que forçam em afirmar que são normais.

     E com a queda espiritual humana, no fundo do poço, a degradação moral, que possui foro íntimo/pessoal, tem levado o homem a depravação de toda ordem e sem freios. E esta, objeto do juízo de Deus no passado, presente e no futuro. É prerrogativa divina.
    A Igreja Cristã cabe anunciar o evangelho, sem discriminação de nenhuma ordem e sem acepção de pessoas.


      Samuel Borges 

domingo, 2 de julho de 2017

DICAS PEDAGÓGICAS - AULA EBD


  1.  Seja pontual. Nas ausências, informar ao diretor da EBD com antecedência.

  2.  Inicie a aula de forma informal, demonstrando interesse de se relacionar com seus irmãos/alunos, bem procurando saber se vai tudo bem ou necessitam de oração , ou externar algo na ocasião.
  3.   Organize o local e o material antecipadamente.

  4.  Mantenha contatos com o seu diretor e com os pares, professores de sua classe.

  5.   Não improvise. Planeje sua aula dentro do tempo disponível. Lc 14.28
  6.   Estabelecer e listar pontos importantes de cada lição.

  7. Pontue a lição com os respectivos textos bíblicos.

  8.Não perca o foco do tema da lição.

  9.  Aprofunde o tema com fontes confiáveis, transmitindo convicção.

 10. Ensine o conteúdo da lição sem dispersão e objetivamente.

 11. Valorize as participações dos alunos no curso da aula.   

112. Mantenha-se atualizado e contextualize a aula com a realidade, fazendo sua aplicação ao dia a dia. Não fique no passado, viva o presente e com discernimento do futuro.

 13. Vista-se adequadamente, tenha uma postura alegre e com entusiasmo.
(Se não tem, peça ao Senhor uma porção diária de alegria, entusiasmo, inteligência espiritual e emocional,  para viver e transmitir vida abundante).

 14. Pesquise, selecione e faça ilustrações aos temas ou utilize dinâmicas em suas aulas.

 15.Faça a conclusão da aula, realçando os pontos fundamentais dissecados.


Fonte: Professora Sulamita Macêdo com algumas inclusões pessoais.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Politicalha no Brasil

http://agorarn.com.br/nacionais/sete-partidos-fazem-acordo-pela-aprovacao-de-fundo-eleitoral-de-r-35-bi/

A Sociedade Civil e as instituições sérias não podem e nem devem admitir essa vergonhosa proposta dos políticos profissionais brasileiros. Os politiqueiros continuam brincando com a consciência do Povo Brasileiro, em que pese a crise moral e econômico-financeira em que estamos atolados. Se aceitarmos, os vícios da politicalha persistirão. A classe política do Brasil, em geral, não tem condições morais e honestidade para propor medidas dessa natureza. Está óbvio! É distorção social exacerbada.

A Nova Política Brasileira deve atender o seguinte perfil. Do contrário,  não é República(Coisa, Bens do povo, para o povo):

   1. Primeiramente, os custos de Campanhas Eleitorais deve ser o mínimo necessário, para divulgação de propostas sérias e reais, com os rigores da lei, devidamente aplicada. E promessas falsas, mentiras públicas devidamente comprovadas, incriminarão seus titulares, tornando inelegíveis para o próximo pleito;                      
   2.  Não é para servir aos políticos, dando condições viverem com padrão de vida acima do povo e as suas custas;
  3. Não é meio de acumular riquezas e assim sendo, tem que haver revisão nas remunerações e nas estruturas, incluindo os Três Poderes;
   4.  É trabalho público e notório pelo Bem Comum.


O que o Brasil precisa é de: Educação, Segurança, Saúde,  Habitação, Empregos, Transporte Coletivo de Qualidade,  Investimentos  Estruturais, Aposentadorias dignas para todos, Poderes Públicos com menores custos para nação, etc...

Samuel Borges
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